Afinal o que é o Transtorno Bipolar?

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As 5 fases do luto

14 Jan 2016

 

O processo de luto, apesar de um tabu, é inevitável, trata-se de um sentimento universal e inato ao ser humano.  Existem várias vivencias desse momento, podendo ser uma mudança repentina, perda de um relacionamento ou a morte de um ser importante, seja animal ou humano. Entender o processo do luto e ter consciência do mesmo contribui para a minimização de danos emocionais mais graves.

 

Apesar das etapas serem comuns a todos, cada indivíduo vivencia de maneira distinta as fases do luto, com diferenças em seus níveis e em sua profundidade. É importante ressaltar que as cinco fases do luto não ocorrem obedecendo uma linearidade, podendo serem vivenciadas ou não. Pode ocorrer ainda que se passe um longo tempo em uma das fases sem que se supere a perda.

 

Segundo Elizabeth Kubler-Ross (1969) as fases do luto são:

  1. Negação e Isolamento: muito comum em perdas recentes, são mecanismos de defesa contra a dor, em alguns casos não se acredita na situação na qual está inserido;

  2. Raiva: ocorre quando a “ficha cai”, pode surgir nesse momento sentimento de revolta e  ressentimento, além de ser um momento hostil para com o ambiente em geral;

  3. Barganha: nesse momento existe negociação com a dor, em casos de separação é comum acontecer uma nova tentativa, em caso de morte, ocorre juras e pactos;

  4. Depressão: acontece uma tristeza profunda, culpa, medo e uma fraqueza perante o  enfrentamento da perda;

  5. Aceitação: nesse momento acontece uma consciência de suas limitações perante o que passou, surge uma mudança na forma de perceber o momento, e por fim a aceitação da morte e/ou perda.

Mesmo no estágio 5 do luto a tristeza pode ainda ser presente, mas é vivenciada com menos dor e mais consciência.

 

Ao vivenciar o luto é necessário ter em mente de que a morte realmente ocorreu, percebendo com clareza a realidade e suas consequências. Entretanto entender e aceitar qualquer perda leva um tempo e é necessário um ritual (funeral/assinar o divórcio) para a completa aceitação.

 

 Além disso compreender que aquele lugar ou função não pertence mais ao ente querido que se foi, tendo sempre em mente que os laços e as memórias vividas com aquele que partiu jamais serão substituídos.

 

Não existem padrões para a duração de tempo e nem a profundidade do luto, cada um vivencia à sua maneira. Entretanto, caso a dor esteja insuportável procure ajuda como forma de conforto e apoio. Converse a respeito da sua dor, não a ignore. Conheça aqui o grupo Vamos Falar Sobre Luto.

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